Script para Auto-confiança

terça-feira, 25. maio 2010

Fonte: http://mudancacriativa.com/

Ponto Karatê: Apesar de eu não confiar no universo, eu aceito-me profunda e completamente.

Ponto Karatê: Apesar de eu não confiar em MIM, eu escolho aceitar-me profunda e completamente.

Ponto Karatê: Apesar de eu não confiar em mim, nem no Universo, eu escolho entregar a minha vida ao Universo e confiar nos seus planos, que são os meus.

Sobrancelha: Eu não confio no Universo.
Canto do olho: Eu não confio no Universo.
Debaixo do olho:
Eu não confio no Universo.
Nariz: Eu não confio no Universo.
Queixo: Eu não confio no Universo.
Clavícula: Eu não confio no Universo.
Debaixo do braço: Eu não confio no Universo.
Topo da Cabeça: Eu não confio no Universo.

Sobrancelha: Eu não confio em mim.
Canto do olho:
Eu não confio em mim.
Debaixo do olho: Eu não confio em mim.
Nariz: Eu não confio em mim.
Queixo: Eu não confio em mim.
Clavícula: Eu não confio em mim.
Debaixo do braço: Eu não confio em mim.
Topo da Cabeça: Eu não confio em mim.

Sobrancelha: Mas eu estou disposto a aprender a confiar em mim.
Canto do olho:
Eu estou disposto a confiar na inteligência que alimenta a natureza,
Debaixo do olho:
e a mantém perfeita e em equilíbrio.
Nariz:
Essa mesma inteligência está em mim.
Queixo:
E eu posso confiar nela para tudo.
Clavícula:
Eu posso aprender a confiar em mim,
Debaixo do braço:
e no Universo.
Topo da Cabeça:
Pois o Universo quer para mim, aquilo que eu escolher.

Sobrancelha: E eu confio nas minhas escolhas.
Canto do olho:
Eu confio em mim.
Debaixo do olho:
Eu confio no Universo.
Nariz:
Eu confio em mim.
Queixo:
Eu confio em mim.
Clavícula: Eu confio em mim.
Debaixo do braço: Eu confio em mim.
Topo da Cabeça: Eu confio em mim.

Capítulo Final – Conclusão

quarta-feira, 31. março 2010

Tradução: Deise Viegas  -  junho/2009
Website: www.menteilimitada.com
Original: http://www.emofree.com/palace/palaceof12.htm#Conclusion

Olá pessoal,

Você percebeu que, nesta série, eu não disse a você nada que já não soubesse? Obviamente, eu provavelmente juntei alguns conceitos de uma maneira única e talvez tenha usado algumas metáforas interessantes. Mas o ponto principal é que você já conhecia este material. Eu apenas trouxe à sua atenção coisas como:

  1. Nossos pensamentos consistentes se tornam nossa realidade.
  2. Nossos “posso”, “não posso”, “devo”, “não devo” e outras crenças relativas a nossa versão da “verdade” foram escritas em nossas paredes por pais bem-intencionados, amigos, professores, religiões, TV, livros, etc. Vários elementos dessa “verdade” são invenções que nos foram transmitidas que parecem reais e funcionam como nossos “limites”.
  3. Nós constantemente consultamos a escrita em nossas paredes para entender o significado das coisas que vemos, ouvimos, sentimos, etc.
  4. É muito mais fácil ver a escrita nas paredes de outra pessoa do que é ver a escrita em nossas próprias paredes. Isto acontece porque nossa versão da “verdade” é, sem dúvida, a “verdade” (ao menos para nós). Todos precisam de ajuda.
  5. Afirmações sempre funcionam, mas devemos ser cuidadosos para enxergar as afirmações verdadeiras. Freqüentemente nossas afirmações verdadeiras são as afirmações competidoras (ou “sim, mas…”) que surgem no final de uma outra afirmação positiva.
  6. A EFT é uma ferramenta impressionante para alguém se livrar das afirmações competidoras. Sem isso, as pessoas provavelmente estão afirmando suas afirmações competidoras e ficam presas onde estão.
  7. Os sonhos nem sempre se tornam reais, mas eles nos dão direções.
  8. A maneira de fazer o que quer que desejemos já existe. Precisamos apenas nos sintonizar nela. Nossa antena encontrará o “como” para nós. Esta antena (a formação reticular de nosso cérebro) é um de nossos maiores dons. Precisamos apenas estabelecer um objetivo importante para ativá-la.
  9. Nossas palavras têm grande poder. O uso costumeiro de expressões emocionais provoca mini-experiências dentro de nós e nos condicionam na direção daquelas palavras.

Nós vivemos em um Palácio de Possibilidades. Sempre foi assim e sempre será. A felicidade e a abundância disponíveis em todo o Palácio são nosso direito de nascença. Fomos condicionados de outra forma, é claro, por tudo que foi escrito em nossas paredes.

Essas escritas contém vários “limites”, inclusive coisas como: (1) somos muito velhos ou muito jovens para nos aventurar em algumas áreas do Palácio, (2) as mulheres são limitadas no mundo dos negócios (pelo “teto de celofane”), (3) certos grupos étnicos deveriam conhecer seu lugar, (4) para se tornar financeiramente próspero devemos ser sortudos ou mesquinhos, (5) devemos crescer e parar de sonhar porque sonhos são para crianças, (6) as crianças devem ser vistas e não ouvidas mesmo quando se tornam adultos, (7) o amor é algo que devemos buscar em fontes externas ao invés de alguma coisa que é gerada dentro de nós mesmos, (8) nunca devemos nos destacar em uma multidão, porque as outras pessoas irão nos julgar, (9) nossa opinião não conta, a menos que tenhamos um consenso por trás de nós, (10) devemos ter uma licença e uma longa lista de credenciais para sermos respeitados como terapeutas.

Algumas dessas coisas parecem reais, é claro, mas esta “realidade” nada mais é que escritas imaginárias em nossas paredes. Tudo isto que chamamos “realidade” tem sido violada várias vezes por pessoas cuja principal ferramenta era simplesmente um objetivo sustentado por seus sonhos e afirmações. O caminho para fazer qualquer coisa que você queira já existe. Você precisa somente se sintonizar.

Há outra dimensão para nossa existência que tendemos a negligenciar porque não está contida dentro das três dimensões de espaço familiares. É a dimensão do pensamento. Pensamentos são coisas. Eles não têm limites a menos que escolhamos limitá-los por nós mesmos. Nós podemos imaginar qualquer coisa. Podemos sonhar coisas e transformá-las em nossas missões. Não sabemos quão longe nos levarão. Que excitante! Que incrível! Os pensamentos se movem e dão forma… nossos pensamentos consistentes se tornam nossa realidade.

Amor para todos, Gary


FIM

Capítulo 33 – Preenchendo os espaços em branco

quarta-feira, 31. março 2010

Tradução: Deise Viegas  -  agosto/2009
Website: www.menteilimitada.com
Original:  http://www.emofree.com/palace/palaceof12.htm

Olá pessoal,

Uma garrafa de coca-cola vazia foi a estrela de um filme vários anos atrás.

Se você viu “Os Deuses Devem Estar Loucos” então você já sabe as várias lições que ele nos trás. Nesse filme uma garrafa vazia de coca-cola foi atirada de um pequeno avião enquanto voava sobre uma terra tribal “não civilizada” e pouco povoada. Os nativos a encontraram e, não tendo nada escrito em suas paredes sobre garrafas de coca-cola, ficaram meio confusos sobre ela. Eles não sabiam o que fazer com este estranho objeto de forma esquisita com marcas brancas curvilíneas. De onde veio? Cresceu em uma árvore? Como poderia alguma coisa tão dura ser tão transparente?

Para dar significado a esta garrafa de coca-cola, os nativos tiveram que “preencher os espaços em branco” da melhor forma que eles puderam a partir das escritas em suas paredes. Os nativos inventaram todo tipo de significados para este “presente”, incluindo a suposição de que devia ser um presságio dos Deuses. Se tornou um bem super valorizado e várias facções da comunidade tribal brigaram por ele. Isto causou tanto stress e consternação que os nativos finalmente concluíram que os Deuses deviam estar loucos. Então eles a atiraram da borda do mundo (um precipício alto) num esforço de devolvê-la aos Deuses.

Há um velho ditado que diz: “Nada tem qualquer significado exceto o significado que lhe damos”. Achei isto muito útil ao longo dos anos, mas desejo re-declarar isto agora para se encaixar na metáfora do Palácio das Possibilidades. Re-declarando isto, ficaria mais ou menos assim: “Nada tem qualquer significado exceto aquele que está escrito em nossas paredes”.

Na verdade, nossa significado pessoal para tudo, de uma garrafa de coca-cola até a Bíblia, está escrito em nossas paredes. Isto significa inclusive, é claro, as várias nuances que refletem nossas experiências pessoais. Passe-me uma bola de beisebol, por exemplo, e eu a segurarei com carinho e recriarei dentro de mim as várias excelentes memórias que se formaram em meus primeiros anos. Dê uma bola de beisebol para qualquer outra pessoa, porém, e ela será simplesmente um objeto inanimado que outra pessoa usa para um jogo bobo. Eles podem até mesmo recebê-la com desdém se representar a rejeição de não ter sido escolhido para o time. Beisebol é beisebol. Mas o significado que damos a ele pode ser muito diferente. Tudo está escrito em nossas paredes.

Deveria estar claro agora que nós constantemente consultamos as escritas em nossas paredes a fim de extrair significado da barragem de dados sensoriais que recebemos ao longo de todo o dia. Ao mesmo tempo em que você lê essas palavras seu sistema está perguntando: “o que essas palavras significam?” e, é lógico, você tem um reflexo da escrita em suas paredes que serve como sua resposta. Seu sistema compara as palavras que você está lendo com seu banco de dados existente de experiências, crenças, etc. (escritas em suas paredes) e interpreta as palavras para você. Isto é sutil, é claro. Muito rotineiro. Nós raramente damos ao processo mais do que um pensamento passageiro. Mas, assim como respirar, fazemos isto o dia todo.

Mas o que fazemos quando topamos com alguma coisa para a qual não há escritas em nossas paredes? Como damos sentido a isto quando nossas paredes estão em branco a respeito do assunto? Simples. Fazemos o que os nativos fizeram com a garrafa de coca-cola. Nós inventamos um significado que se encaixe o mais próximo possível dentro da “verdade” que já está escrita em nossas paredes. O “significado” resultante provavelmente é fictício, é claro, mas isso não nos impede de fazê-lo. É uma necessidade humana dar significado ao mundo ao nosso redor e nós sempre (sim, eu disse sempre) faremos isso de modo que se encaixe dentro de nossas crenças existentes.

Observe as crianças a esse respeito. Elas freqüentemente se deparam com novas coisas (pelo menos novas para elas) e elas inventam significados para elas “preenchendo os espaços em branco” a partir das escritas limitadas de suas paredes. Assim um terremoto é um monstro que prende seus pés e Preparação H[1] é o que o vovô usa como creme dental.

Como adultos, nós não cruzamos com itens totalmente novos freqüentemente em nosso ambiente, mas experimentamos informações parciais com grande freqüência. Para dar um significado completo a essa informação parcial nós (assim como as crianças) preenchemos os espaços em branco das escritas em nossas paredes. Os Veteranos do Vietnã que ouvem a palavra “guerra” preenchem os espaços em branco com um significado muito diferente do que os jovens jogadores de videogame. A vítima de um pai abusivo preenche os espaços em branco a respeito do Dia dos Pais de forma muito diferente do que outros.

Isto é criticamente importante reconhecer porque é o centro da cura emocional. Os clientes de terapia estão constantemente preenchendo os espaços em branco para dar significado ao mundo que os cerca.

Ouvir os clientes à medida que eles preenchem os espaços em branco leva a grandes pistas a respeito das questões principais. A verdadeira cura sobre essas questões é evidenciada por como eles preenchem os espaços em branco antes e depois usando EFT. Isso é importante. Muito importante. Em alguns casos, ouvir a mudança em como os clientes preenchem os espaços em branco pode ser mais útil que a escala de 0-10, porque freqüente aponta para uma cura mais global. A escala de 0-10 é muito útil, é claro, mas nada é tão útil quanto a mudança cognitiva eu é comprovada por como o cliente preenche os espaços em branco. Esta mudança cognitiva é o verdadeiro ponto principal.

Finalmente, há uma liberdade envolvida em reconhecer completamente o que fazemos com as escritas em nossas paredes. Reconhecer que todos (inclusive nós mesmos) consultamos constantemente essas escritas para sua versão da “verdade”, conduz a mais entendimentos pacíficos e ao perdão de atitudes. Ajuda-nos a ficar longe de desentendimentos e despersonalizar as ações de outras pessoas. Depois de tudo, eles estão soltando o que outras pessoas tem escrito em suas paredes e que acham que de alguma forma é a “verdade”. Nos permite rir de nossas próprias comédias e reconhecer nossos “limites” pessoais como sendo ficções mentais que são um pouco mais do que crenças de segunda-mão de gerações anteriores de pais, professores, amigos, etc.

A paz que vem com esse entendimento serve para baixar a pressão sanguínea, melhorar relacionamentos e enriquecer a vida. Tudo isto de uma simples percepção mental. Nada mal, não é? Até o prêmio é certo.

Abraços,

Gary


[1] “Preparation H” é uma linha de produtos para o tratamento de hemorróidas.