Script para Auto-confiança

terça-feira, 25. maio 2010

Fonte: http://mudancacriativa.com/

Ponto Karatê: Apesar de eu não confiar no universo, eu aceito-me profunda e completamente.

Ponto Karatê: Apesar de eu não confiar em MIM, eu escolho aceitar-me profunda e completamente.

Ponto Karatê: Apesar de eu não confiar em mim, nem no Universo, eu escolho entregar a minha vida ao Universo e confiar nos seus planos, que são os meus.

Sobrancelha: Eu não confio no Universo.
Canto do olho: Eu não confio no Universo.
Debaixo do olho:
Eu não confio no Universo.
Nariz: Eu não confio no Universo.
Queixo: Eu não confio no Universo.
Clavícula: Eu não confio no Universo.
Debaixo do braço: Eu não confio no Universo.
Topo da Cabeça: Eu não confio no Universo.

Sobrancelha: Eu não confio em mim.
Canto do olho:
Eu não confio em mim.
Debaixo do olho: Eu não confio em mim.
Nariz: Eu não confio em mim.
Queixo: Eu não confio em mim.
Clavícula: Eu não confio em mim.
Debaixo do braço: Eu não confio em mim.
Topo da Cabeça: Eu não confio em mim.

Sobrancelha: Mas eu estou disposto a aprender a confiar em mim.
Canto do olho:
Eu estou disposto a confiar na inteligência que alimenta a natureza,
Debaixo do olho:
e a mantém perfeita e em equilíbrio.
Nariz:
Essa mesma inteligência está em mim.
Queixo:
E eu posso confiar nela para tudo.
Clavícula:
Eu posso aprender a confiar em mim,
Debaixo do braço:
e no Universo.
Topo da Cabeça:
Pois o Universo quer para mim, aquilo que eu escolher.

Sobrancelha: E eu confio nas minhas escolhas.
Canto do olho:
Eu confio em mim.
Debaixo do olho:
Eu confio no Universo.
Nariz:
Eu confio em mim.
Queixo:
Eu confio em mim.
Clavícula: Eu confio em mim.
Debaixo do braço: Eu confio em mim.
Topo da Cabeça: Eu confio em mim.

Sentimentos bloqueados, vida bloqueada

terça-feira, 18. maio 2010

Sentimentos bloqueados, vida bloqueada
André Lima – abril/2010

www.eftbr.com.br

Olá Pessoal,

Muitas pessoas comentam que estão “bloqueadas” emocionalmente, ou que sua vida está “bloqueada”. Neste artigo vou explorar esse tema, as conseqüências dos bloqueios, o que são esses bloqueios, e o que ocorre quando os limpamos com a EFT. Depois do meu texto,você verá o depoimento de Fernanda, que recebeu várias sessões de EFT. Ela relata um pouco dos efeitos que esses “desbloqueios” provocaram em sua  vida.

Você entenderá melhor esse texto se já tiver lido o manual da EFT (você pode fazer o donwload aqui).

Vamos ao artigo:

O que significa estar “bloqueado(a)”? Todos nós temos bloqueios emocionais. Quanto maior a quantidade e a intensidade deles, mais sentiremos reflexos negativos na nossa vida. Emoções bloqueadas são sentimentos que guardamos de fatos passados.

As experiências negativas vão deixando pequenas ou grandes “restos” emocionais. O que seria isso? São emoções que ficam presas a situações passadas. Existem emoções presas que são facilmente identificáveis. Por exemplo. É só você parar agora e começar a relembrar fatos desagradáveis do passado. Qualquer pessoa consegue lembrar de fatos que ainda causam desconforto emocional. A simples lembrança de algum evento vivido pode trazer a tona, no presente momento, sentimentos de tristeza, medo, raiva, mágoa, frustração, culpa, ressentimento…São fatos que ficaram no passado, mas que ainda tem emoções negativas associadas. Isso quer dizer que o sentimento não se dissolveu completamente, que você ainda carrega dentro de si, emoções de fatos vividos há uma semana atrás ou mesmo há 30 anos atrás.

É um “lixo” emocional que vai sendo acumulado, experiência após experiência, ano após ano. Não estou falando apenas de grandes eventos intensos. Pequenos eventos também podem acumular lixo emocional: criticas, discussões, perda de um emprego há 10 anos, pequenas humilhações sofridas na escola na infância, experiências de fracasso…

Além desses bloqueios que qualquer um pode identificar facilmente, existem inúmeros outros que não lembramos, nem temos consciência, mas que estão lá dentro de nós mesmo assim.

O Ideal seria que a gente conseguisse lembrar de tudo o que nos aconteceu, sem o mínimo de sofrimento, sentindo 100% de paz interior, mesmo relembrando os eventos que foram os mais intensos.

Nossas ações no presente são fortemente influenciadas por esse lixo emocional guardado. Fazemos várias coisas que racionalmente não fazem sentido, por que estamos cheios dessa carga emocional oculta que dirige nossos pensamentos e ações. Todas as áreas da nossa vida sofrem influencia: a quantidade e qualidade da nossa alimentação, a qualidade dos nossos relacionamentos, o quanto ganhamos e etc…

A emoção presa, se manifesta na forma de bloqueios energéticos nos meridianos de acupuntura. A EFT é bastante eficaz para limpar esses bloqueios, o que automaticamente limpa também as emoções presas. Quando fazemos essa faxina emocional, vamos nos tornando mais felizes, conseguimos enxergar melhor nosso caminho na vida, ficamos mais seguros, confiantes e com melhor saude física também.

Sentimentos negativos bloqueados causam preguiça, irritação, obesidade, ansiedade, depressão, autoestima baixa, doenças físicas, dificuldades de relacionamento, dificuldades na profissão e todo tipo de problema que você possa imaginar. A maioria das pessoas não tem a mínima consciência disso. Elas simplesmente sentem de um jeito, muitas vezes nem sabem que esse “jeito” poderia ser melhor. Acham que a vida está do jeito que está por conta de má sorte, acaso, destino e etc…

Quando limpamos as emoções guardadas com a EFT, muita coisa muda. Fiz um trabalho de 13 sessões com Fernanda. Ela escreveu um texto relatando o que mudou através desse trabalho. O que fizemos durante as sessões foi apenas descobrir e limpar inúmeros sentimentos negativos guardados… o que aconteceu: emagrecimento, descoberta do caminho profissional, bem estar no dia a dia e mais… Vocês podem ler a seguir, em um texto escrito pela própria Fernanda:

“Em busca…

Desde que me conheço por gente formei um pensamento de que só seria feliz se alguma coisa acontecesse.

E minha vida foi toda feita em cima disso. A cada dia que passava, só seria feliz se meus pais voltassem a viver juntos, só seria feliz se eu namorasse (encontrasse um amor verdadeiro), só seria feliz saindo hoje à noite, só seria feliz se eu fosse chamada para tal emprego, se eu fizesse tal curso. Acreditava que acontecendo aquilo que imaginava, minha vida iria mudar completamente, que eu iria ser feliz para sempre…

Quando parava para pensar percebia que eu já havia realizado algumas coisas que eu acreditava encontrar a felicidade. Mas eu estava feliz? Não! Minha vida continuava da mesma forma. Então, formulava outros objetivos, acreditava que “Agora sim! Esses vão me fazer feliz!”. Concretizava-os e minha vida continuava da mesma forma…

Por gastar muita energia ao planejar meu futuro para a felicidade e ocorrer diversas frustrações, fiquei no tédio.

Demorei para perceber isso, só sabia que era muito ruim. Havia diversas tarefas para serem feitas (arrumar a casa e fazer trabalhos do colégio, que eram muitos), mas eu não sentia vontade de fazer nada, absolutamente nada! Ficava vendo televisão e acompanhava todas as programações à tarde da Globo, depois que chegava do colégio: Vídeo Show, Vídeo Game, Vale a Pena Ver de Novo, Sessão da Tarde e Malhação!

UFA! Acredita que até isso era um tédio? Mas por incrível que pareça, era o menor tédio de todos, quando não decidia dormir. Somado a isso tudo, minha mãe ainda ficava falando para mim que eu só iria encontrar a felicidade depois que a achasse dentro de mim, que tudo seria maravilhoso quando eu me aceitasse e me amasse. Para mim o que ela falava era patético, pois ela mesma estava no tédio (não sei se ela nomearia dessa forma o que sentia). Como ela poderia dar uma lição para o outro se nem ela sabia o que estava dizendo? Ou se sabia, por que não colocar em prática?

Amadureci um pouquinho, saí do papel da adolescente revoltada, mas revoltada com o que? Comigo mesma?

Minha mãe me falava que eu estava fora da realidade, que meu comportamento estava absurdo, e que só eu não percebia isso. Sempre discutia com ela. De chagar ao ponto de todos os movimentos dela me incomodarem profundamente.

Na hora eu negava. Retrucava com ela que não era verdade. Mas depois… Eu ficava me perguntando se o que ela dizia fazia sentido. Será que só eu que não percebo? Aquilo ia me incomodando.

Ela às vezes me rotulava e esse rótulo ia se tornando verdade dentro de mim, fazendo com que eu mesma acreditasse, pois no fundo, era a minha mãe quem estava falando tudo àquilo de mim.

Pode não parecer, mas tudo foi me limitando, fui ficando atada. Eu não gostava dessa situação onde me encontrava, mas também não sabia como sair.

Fiz terapia de EFT pelo Skype durante uns 3 meses com André Lima. Confesso que não sabia o que eu estava fazendo, nem a eficiência da terapia. Ele foi uma pessoa maravilhosa, respeitou minhas “bobeiras”, me passou segurança. Emagreci 9 quilos simplesmente me aceitando. Se me perguntasse o que me incomodava eu não iria me lembrar com clareza do tédio, da busca da felicidade… Era tudo tão forte e tão natural, mas ao mesmo tempo tão escondido de mim.

A princípio comecei a terapia por causa de alguns sintomas físicos. Quando me dei conta, esses sintomas físicos trouxeram à tona muitas coisas do passado, dificuldades com minha infância e muitas barreiras que criei, que me faziam travar.

Trabalhava em ótica para ganhar meu dinheiro e para pagar meus cursos, mas não havia tempo para mim, era comércio. Sempre quis ingressar na área da saúde, de terapias, mas como?

Saí da ótica depois de tanto me “torturar” com pensamentos. Logo em seguida soube que o André iria ministrar curso de EFT aqui no Rio de Janeiro. Com essa ferramenta maravilhosa tomei coragem para por em prática meu trabalho. Já havia feito curso de REIKI I, II e III. Então, aluguei uma sala onde aplico REIKI e EFT.

Vou iniciar o curso de massoterapia e ano que vem farei minha tão sonhada faculdade de Fisioterapia. Graças ao EFT e ao REIKI, me aplicando com freqüência, consegui eliminar bloqueios que pude ficar mais segura e mais empolgada por me sintonizar e estar realizando o que gosto.

Posso agora dizer que encontrei a felicidade! Não tenho a fórmula ou o segredo, apenas “lavei as roupas sujas comigo mesma”, me sinto bem, percebo que meus pais separados é a melhor coisa do mundo, que ficar em casa é magnífico e sempre tem algo para fazer e tudo o que faço é com prazer, escuto tudo ao meu redor, mas tenho minha opinião, estou menos vulnerável.

Há alguns que digam que isso é apenas uma fase. Posso dizer que sim! Que é uma fase maravilhosa! E vamos ver se é uma fase. Estamos na vida para nos arriscar. E sempre que eu “desviar” dos meus objetivos, desses meus sentimentos positivos, utilizarei minhas técnicas, pois elas me tiraram de um fundo escuro e podem me manter na Luz e no Amor Incondicional.”

Fernanda Parreira dos Santos,
Terapeuta de EFT e REIKI
Contatos: (21) 8665-8245 / (21) 2453-6952

Capítulo 32 – Um golpe de negatividade em minha psiquê

quarta-feira, 31. março 2010

Tradução: Deise Viegas  -  maio/2009
Site: www.menteilimitada.com
Original: http://www.emofree.com/palace/palaceof11.htm#32

Oi pessoal,

Recebi a seguinte mensagem uns dias atrás de Maria Van Sertima a respeito dos disparos na Columbine High School. Sua mensagem é ótima e ilustra maravilhosamente vários dos princípios do Palácio mesmo quando ela enfatiza seu poder para criar o negativo. Nossos pensamentos consistentes se tornam nossa realidade e se os pensamentos são negativos… adivinhe o que acontece? Li sua bem escrita mensagem várias vezes e a cada vez eu senti um golpe de negatividade em minha mente.

Eu não gostei disso.

Por que? Não gostei das palavras. Elas tiveram um efeito negativo real sobre mim, à medida que as internalizava, não gostei dos sentimentos que tive. Brrrrr, pensei. Que exagero.

No entanto, sou rápido para reconhecer que não fui eu quem não gostou das palavras. Foi a escrita em minhas paredes que avaliou o que aquelas palavras significavam (nos meus termos, é claro, não nos dela). Eu li palavras como sofrimento, tragédia, massacre e assassinos e continuei tendo “ughs” em meu corpo. As palavras têm poder, grande poder. Elas podem, e fazem, mudanças em nossas emoções rapidamente.

A escrita em minhas paredes continuava dizendo: “Ela não precisa ser tão negativa. Ela deveria pegar mais leve. Ela está indo aos extremos e arruinando seu ponto de vista“.

Lembre-se, contudo, que a escolha dela de palavras negativas não estão em meu vocabulário habitual, então elas não combinam muito bem com a escrita residente em minhas paredes. Tenho sido um estudante das palavras e seus efeitos há vários anos e escolhi não viver sob as nuvens negras da intensividade de palavras negativas. Prefiro a chuva suave. Para mim, a morte é um começo ao invés de um trágico fim. Os assassinos são pessoas que precisam de ajuda. Os massacres são evidências de necessidades espirituais.

Assim, por favor, leia o que eu acabei de dizer e então leia a mensagem de Maria abaixo. As chances são que você julgue o “certo” ou o “errado” de nossos comentários.

Você concordará com um de nós ou ficará em algum lugar no meio. Você pode até ser inflexível em suas respostas. O que você está fazendo, é claro, é consultar a escrita em suas paredes sobre o que está sendo dito. A escrita em suas parede está, dessa forma, julgando as escritas nas paredes de Maria e as escritas sobre as minhas. De forma interessante, seus julgamentos parecerão corretos a você porque, depois de tudo, eles vem da sua versão da “verdade” (como escrito em suas paredes). A versão de Maria ou minha versão será julgada como apropriada somente na medida em que refletir a sua versão da “verdade”. Fora isso, você pode querer ignorá-la ou, talvez, se opor veementemente.

Você pode, também, notar o poder das palavras de Maria e quão bem ela ilustra os conceitos que têm sido desenvolvidos com o Palácio das Possibilidades. Ela escreveu uma mensagem muito poderosa e penetrante. Aqui está ela…

Abraços, Gary


Querido Gary e Lista,

A felicidade e excitação que senti durante a conferência [de Las Vegas] foram ofuscadas pelo que aconteceu na Escola Columbine, e provavelmente falo por muitos de nós aqui. As implicações daquela tragédia estão vagarosamente se tornando explícitas. Qual é nosso papel nessa tragédia de nossa nação? Digo nação porque é uma tragédia nacional e, infelizmente, uma indicação das coisas que estão por vir. Não nos enganemos sobre isto. Tão dedicados a ajudar como somos, devemos usar nossa sabedoria para tentar ver as coisas que acontecerão como resultado das práticas dos dias atuais. Neste papel de visionários devemos fazer o que pudermos para evitar sofrimento e tragédias tanto quanto estamos desejosos de curá-los.

Nos últimos 15 anos estive muito preocupada sobre o uso da imaginação de nossas crianças através de entretenimento violento. Em seu livreto [na conferência de Las Vegas] “Tools & Rules #6″ (Ferramentas e Regras nº 6) você declara o axioma bem conhecido: “O cérebro não distingue o que é real e o que é vividamente imaginado. Experiências imaginárias são registradas como se fossem reais”. Se isto é verdade para adultos, mais verdadeiro ainda deve ser para crianças.

“Deus nos salve de nossas crianças”, é o clamor de vários pais nesta terra, enquanto falamos. Com nossa ênfase no “Palácio das Possibilidades” na “escrita sobre nossas paredes”, em se tratando de crianças, devemos fazer nosso melhor para impedir a impressão de escritas terríveis sobre aquelas paredes impressionáveis. Tenho considerado a possibilidade que mensagens destrutivas impressas nas paredes das crianças de hoje freqüentemente vem de entretenimento violento, especialmente videogames, não de pais abusivos. Esta é uma explicação possível para tantos assassinos jovens vindos de lares normais, médios ou “bons o bastante”.

Além de tratar crianças por traumas indiretos provocados por videogames e filmes, etc., devemos também prestar atenção a sua exposição continuada à fonte de sua traumatização e fazer o que pudermos para removê-los de suas vidas. A Associação Médica Americana chamou o entretenimento violento de “a causa número um dos problemas de saúde”. Olhando os vídeos dos assassinos de Columbine criados na internet (alterando um jogo chamado Doom para se adequar ao massacre projetado por eles na escola) deve ser um alerta para despertar todos os profissionais de saúde e terapeutas sobre o mau uso que tem sido feito da imaginação de nossas crianças. Não seremos os últimos a saber disto. Me lembro que nenhum dos “experts” (sociólogos, historiadores, filósofos, etc) predisseram a erupção da rebelião jovem nos anos 60.

A imaginação humana é nossa área de especialização, porque todas as mudanças maravilhosas acontecem neste nível. A projeção, a empolgação, e o planejamento de atos violentos também acontecem na imaginação humana. O vício em violência deveria ser tratado como todos os outros vícios e a primeira coisa com relação à juventude é prevenção. Continue mantendo-os longe das “substâncias” nocivas!

Nossa mente, e mais especificamente nossa imaginação, é um lugar tanto bom quanto mau dentro do “Palácio das Possibilidades” . Ensaiar massacres pode ser emocionante, e uma indicação das coisas que estão por vir, como imaginar um “home run[1] fictício”. Que assustador!

Lembranças,

Maria Van Sertima


P.S. DO GARY: Me pergunto o que poderia acontecer se de repente percebêssemos que TODOS respondem de acordo com as diversas escritas em suas paredes. Sei que você já reconhece este fenômeno, mas o que aconteceria se nós REALMENTE internalizássemos isto e olhássemos sob esta luz TODOS nossos clientes, pais, filhos, cônjuges, empregados e “inimigos” que “discordam da gente”. Poderia ser mais fácil chegar à paz a ao perdão? Depois de tudo, quem poderia ficar aborrecido sobre um desacordo quando se reconhece que ambos os lados estão meramente esmurrando a mesa como se todo assunto colocado em suas paredes por pais, orientadores, religiões, escolas, TV, livros, etc, fosse verdade?



[1] Home run: jogada de beisebol