Capítulo 8 – Sonhos nos dão direção

quarta-feira, 31. março 2010

Texto original em inglês: Gary Craig, Fundador da EFT
Website: www.emofree.com
Tradução: André Lima, Terapeuta Holístico – Praticante de EFT, Mestre Reiki e Terapeuta floral
Website: www.eftbr.com.br
Email: andre@eftbr.com.br
cc
Comunidade no Orkut sobre EFT: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25394479

Olá para todos,

Enquanto crianças, fazemos grande uso da nossa imaginação. Não havia limites. Podíamos voar. Poderíamos nos tornar Cinderella ou Super-Homem em um minuto. Poderíamos até nos imaginar vivendo em um Palácio, talvez até mesmo no Palácio das Possibilidades. Como era divertido! O que quer que imaginássemos se tornava a nossa própria criação.

Mais cedo ou mais tarde, entretanto, alguém viria esmagar nossas imaginações escrevendo coisas nas nossas paredes como…

“Pare de perder tempo com fantasia e caia na real”.

“Tire sua cabeça das nuvens”.

“Acorda. Você nunca será capaz de viver aquelas coisas”.

Muitos de nós compramos estes conselhos e não sonhamos mais acordados. Muito ruim. Por que? Porque o uso proposital do sonhar durante o dia é um dos mais poderosos artifícios que temos para nos mover livremente pelo Palácio das Possibilidades. Quando combinados com afirmações, metas e EFT, o sonhar durante o dia se torna um imã que nos leva de encontro ao nosso emocionante amanhã. Ainda temos a nossa imaginação e podemos usá-la para criar um futuro fabuloso. Precisamos apenas tirar a poeira dela.

Anos atrás, eu dei um seminário intitulado “Como Dirigir o Seu Próprio Ônibus”, o qual a essência é o precursor do que agora chamo de Palácio das Possibilidades. Um destes seminários de um dia do “ônibus” foi filmado em vídeo. Para dar a vocês uma boa noção a respeito do poder do sonho, eu incluí abaixo uma parte da transcrição destes vídeos. Vou integrar estas ferramentas com nossos conceitos do Palácio em um capítulo futuro. Por hora, vamos ver o poder do sonhar durante do dia com uma ferramenta isolada.

Por favor, observem estas idéias…

O cérebro não distingue entre o que é real e o que for vividamente imaginado. Isto nos permite condicionar nossas mentes com o uso direcionado do sonhar durante o dia. Podemos, na verdade, criar experiências (como se fossem reais) que não existiam antes.

Sonhos não necessariamente se tornam realidade, mas nos levam a uma direção.


DA TRANSCRIÇÃO DE “COMO DIRIGIR SER PRÓPRIO ÔNIBUS”

GARY: E ainda faço afirmações e técnica de TV e jingles. Mas o mais poderoso para mim é o que vem a seguir. É algo que eu nem mesmo imaginava que estava usando durante todos estes anos. Eu chamo de Sonhar Durante o Dia.

Vamos começar com um exercício. Por favor, soltem tudo que tiverem nas mãos sentem-se nas suas cadeiras. Coloquem suas mãos juntas em frente a vocês e imaginem que estão segurando um limão que está cortado na metade. Segure o limão de forma que possa ver a parte suculenta exposta.

Use sua imaginação da forma mais vívida que puder e sinta a textura do limão com a ponta dos seus dedos. Notem as irregularidades da superfície bem como a oleosidade.

Podem sentir isto? Agora, tragam até o nariz e o cheirem. (Gary inspira) Pode sentir o cheiro? Certo. Abaixem as mãos.

Depois, vou fazer vocês morderem este limão. Provavelmente sabiam que isto viria, não sabiam? Estou apenas falando agora para que você esteja preparado. Faça corretamente e pegue o propósito por trás do exercício, você tem que colocar sua imaginação vividamente nisto. Isto quer dizer que você tem que realmente morder este limão. Não uma mordidinha. Quero que realmente mordam. Prontos? Um, dois, três, mordam… ah e mastigue, certo? Façam assim, agh, agh.

Ok, soltem. Quantos de vocês notaram que salivaram? (mãos levantadas) Ah, a maioria de vocês. Isto é porque vocês realmente se envolveram na imaginação. Vocês imaginaram vividamente.

Antes de prosseguir, precisam mudar algo na página 20 da sua apostila. Vêem onde diz: “A experiência do limão?” Logo abaixo diz, “O cérebro distingue…” É um erro. Deveria ser, “O cérebro NÃO distingue…” Por favor escrevam a palavra “não” para que fique “O cérebro não distingue entre o que é real e o que é vividamente imaginado.”

Agora, deixem-me perguntar, o limão era real? Para o seu cérebro era real, não era? Mas não era um limão real. Era um imaginário. Mas, seu cérebro não sabia a diferença, sabia? Ele salivou apesar de não haver um limão real. Ele disse, “Oh – Oh, aí vem alguma coisa ácida. É melhor  mandar saliva para neutralizar.” É o que o seu cérebro fez. Ele não sabe a diferença entre o que é real e o que é vividamente imaginado. Obviamente, é claro, sua mente sabe a diferença. Mas o cérebro, agindo como um órgão, não faz a distinção. Vamos fazer um bom uso desta idéia porque todo o processo de sonhar durante o dia se baseia neste conceito.

Aqui vai outro exemplo sobre como funciona este fenômeno. Este estudo sobre o qual vou contar, foi realizado muitas vezes, mas o que eu particularmente irei focar, foi realizado no estado de Ohio. Está explicado em detalhes nas fitas de áudio de Jack Canfield.

No estado de Ohio, havia um número de estudantes fazendo arremessos livres em uma quadra de basquete. Eles então os dividiram em três grupos de habilidades iguais. Vamos dividi-los (A platéia) em grupos para entender melhor.

Esta seção aqui será o grupo 1. Vocês não irão absolutamente praticar arremessos livres pelos próximos trinta dias. Larguem a bola de basquete, vão fazer outras coisas, e voltem em trinta dias.

Esta seção aqui será o grupo 2, e vocês devem praticar todo santo dia. Vão para a quadra e arremessem tantos lances livres todos os dias.

Esta seção aqui, será o grupo 3, e vocês também irão praticar todo dia… mas, apenas mentalmente. Vocês não irão tocar a bola de basquete por trinta dias. Apenas sentem na cadeira todos os dias e imaginem-se fazendo a cesta. Arremesso perfeito todas as vezes, a propósito. Na sua imaginação você pode fazer. É cesta, cesta, cesta. Muitas, todos os dias.

Depois de trinta dias, todos os três grupos voltaram para arremessar lances livres.

Aqueles que não praticaram nada, não tiveram qualquer melhora. Nenhuma surpresa.

Aqueles que praticaram com a bola efetivamente, melhoraram 24%. Aqueles que praticaram apenas mentalmente, melhoraram 23%. Quase a mesma coisa. Por que seria isto? Quem poderia me dizer? Por que, se este grupo nunca tocou a bola de basquete e praticou apenas mentalmente, eles fizeram este tipo de progresso?

HOMEM: Zonas de conforto.

GARY: Sim. Lembrem-se. O cérebro não distingue entre o que é real e o que é vividamente imaginado. Então, quando o grupo três imaginou vividamente os arremessos livres, eles trabalharam as conexões neurais no cérebro pra uma melhora no arremesso livre. E este esforço apareceu na quadra de basquete.

O cérebro não distingue entre o que é real e o que é vividamente imaginado. Então, o que isto lhe diz sobre a imaginação vívida? Se você quer criar um “novo você”, pode chegar lá através de imaginar isto vividamente. É para isto que serve o sonhar durante o dia. Você, imaginando vividamente o “novo você”.

Quer alcançar novos níveis de venda? Primeiro imaginem. Quer emagrecer? Imagine primeiro. Quer começar um nova prática de saúde? Imagine primeiro. Quer um Rolls Royce novo? Imagine-se sentado atrás do volante e dirigindo-o, colocando gasolina e pagando as contas como se fossem nada pra você.

Imagine o “novo você” … vividamente… e o seu cérebro irá começar a levar você nesta direção. Depois de um tempo, você não estará satisfeito com o que você era. Você alcançará uma nova visão de você mesmo e se comportará de maneira a trazer isto até você.


EXEMPLO N. 1 – O “HOME RUN[1]” FANTASMA.

GARY: Aqui vai um exemplo da minha experiência própria. Quando estava na segunda série, eu amava jogar baseball depois da escola. Eu era um jogador razoável. Não era o melhor nem o pior lá fora. De vez em quando eu fazia um “base hit”… talvez um pequeno “blooper” no campo direito e eu seria todo sorrisos ficando lá na primeira base.

Depois do baseball, eu ia para casa… que era mais ou menos uma caminhada de uma milha. Mas eu não andava. Eu corria. E com a imaginação vívida de um menino, eu começava a imaginar… sonhando acordado… sobre o pequeno “blooper base hit”. Eu dizia pra mim mesmo que não era um pequeno “blooper base hit”. Eu imaginava acertando a bola bem no centro e olhando ela se elevando acima do topo do campo. Indo para fora. Você mal podia vê-la.

Estou fazendo tudo isto enquanto corro para casa, balançando um bastão imaginário. Wham! Wham! Canhoto também. Wham! Durante todo o caminho eu faço isto. E estou realmente nisto. Estou vividamente imaginando e a minha fisiologia também está nessa. Eu podia realmente sentir batendo na bola. Eu dizia “Uau!”… dessa maneira. Eu fico entusiasmado agora só de pensar nisto.

Na hora em que chegava em casa e contava para minha mãe, não era apenas um “bloop single”. Era um “home run” incrível e a bola ainda estava rolando em outro bairro. E minha mãe, que Deus a abençoe, não me chamava a atenção por isto. Ela dizia o que muita gente diria… assim como: “Ah, não se deixe levar pela imaginação. Você não rebateu desse jeito”. Ao invés disso, ela dizia, “Ah, que coisa incrível. Fico feliz que tenha feito isto”. Ela me encorajava com estas palavras. Graças a Deus! Fico muito feliz que ela tenha feito isto, ao invés de reprimir a minha imaginação me colocando para baixo.

E eu fazia esta rotina de rebater a bola dia após dia. Eu estava imaginando vividamente?

PLATÉIA: Sim.

GARY: O cérebro sabe a diferença entre o que é vividamente imaginado e a experiência real?

PLATÉIA: Não.

GARY: Mais cedo ou mais tarde, se você balança o bastão para bastante bolas, conseguirá acertar em cheio?

PLATEIA: Sim.

GARY: Sim. E eu consegui. E eu consegui o meu primeiro “home run”.

Agora vem o ponto crítico da história. Existem duas maneiras que eu poderia ter responddio mentalmente ao meu “home run”. Em uma delas, eu poderia dizer, “Bem, eu tive sorte. Não acontece comigo. É claro que rebati. Foi um bom “home run”. Mas nunca farei isto novamente. Ou, se fizer, será um outro dia de sorte.” Fazemos isto algumas vezes? Conseguimos nos ultrapassar… de alguma forma subimos para outro nível… e nos derrotamos dizendo, “Eu apenas tive sorte. Este não é o verdadeiro “eu””.

Vejam, a afirmação real que é, “Este não é o verdadeiro “eu”. Não foi realmente eu quem fez aquilo. Apenas dei um passo maior do que alguma vez e tive sorte.” Por eu ter rebatido muitos “home runs” na minha imaginação, eu preparei meu próprio sistema para aquele inevitável dia. Eu estava mentalmente preparado para isto. Veio sem surpresa alguma. Para mim… não tinha nada a ver com sorte.

Então quando eu realmente acerto o meu “home run”, o que eu disse a mim mesmo? Eu disse, “Ei, já era tempo.” É verdade. Vejam, eu já havia construído aqui (Gary aponta para a cabeça) que era um rebatedor. Ter a realidade sincronizada com meus pensamentos era simplesmente uma questão de tempo. Mas quando o “home run” finalmente chegou, não era uma experiência incomum para mim. Era uma rotina. Eu havia rebatido um número suficiente de “home runs” na minha cabeça para fazer isto parecer algo comum.

Rebater “home runs” se tornou “o verdadeiro eu”. Baseado nisto, eu me tornei um bom jogador de baseball. E daí, me tornei um bom jogador de futebol americano, e assim foi.

Sonhar durante o dia é a parte central desta história. Sem isto, duvido que teria feito algo nos esportes. Talvez nunca tivesse ido além de um “bloop single”. Este jovem garoto tinha permissão de fazer sua imaginação correr. E isto me levou em uma direção.

Eu chamo esta história de “O home run fantasma” porque ilustra claramente o poder do sonhar durante o dia. Onde está o seu “home run” fantasma? Quando aconteceu de você ter imaginado alguma coisa e depois apareceu no seu mundo? Que outro nível, que “home run” fantasma, você poderia criar que o levariam a uma nova direção?

Anos depois, mais ou menos aos 13 ou 14 anos, eu lembro que queria jogar na posição de meio de campo no New York Yankees. Eu sonhava muito com isto. Na verdade, eu até sentia pena por Mikcey Mantle porque eu ia tomar o trabalho dele e alguém teria que dar esta notícia a ele. E Mickey era um cara legal, então eu não queria contar pra ele.

Agora você pode pensar, porque eu não joguei no meio de campo do New York Yankees. Afinal, eu sonhava com isto, não sonhava? Então esta conquista não deveria ter aparecido na minha vida?

Boa pergunta. Estou feliz por ter perguntado. Existe um clichê por aí que diz, “Sonhos se tornam realidade”. Mas eu não acredito nisto… pelo menos não dito desta forma. Um forma mais adequada de dizer seria, “Sonhos levam você a uma direção”.

Milhares de garotos queriam jogar no meio de campo do New York Yankees, bem como milhares de pessoas querem ser o Presidente dos Estados Unidos. Mas só há lugar para um de cada vez nestas posições.

Meu sonho de tirar o emprego de Mickey Mantle me levou a uma direção… para os esportes. E esta direção me serviu bem.

Eu nunca me considero derrotado por não ter alcançado o degrau mais alto. Entretanto, muitas pessoas se consideram, porque elas compraram a idéia de que se os seus sonhos não se tornarem realidade, com precisão, deve haver algo errado com elas.

Mais na próxima…


[1] Termo usado no jogo de beisebol

Arquivos

sábado, 20. fevereiro 2010

Abaixo os arquivos que você pode fazer download.

Os links são seguros e os arquivos estão livres de vírus.

Para gravar o arquivo em seu computador clique com o botão direito do mouse em cima do nome do arquivo desejado, no menu suspenso que se abrirá clique em “Salvar Link como…” e escolha o local onde o arquivo deverá ser gravado em seu computador. O download começará a seguir.

Manual de EFT do Gary Craig (2.38MB)

Manual de EFT do André Lima (636KB)

Livreto “Você é o que Pensa que É” (120KB)

Capítulo 7 – Metas: Fazendo da vida de alguém uma obra prima.

sexta-feira, 20. novembro 2009

Texto original em inglês: Gary Craig, Fundador da EFT
Website: www.emofree.com
Tradução: André Lima, Terapeuta Holístico – Praticante de EFT, Mestre Reiki e Terapeuta floral
Website: www.eftbr.com.br
Comunidade no Orkut sobre EFT: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25394479

Oi para todos,

Recebi muitas respostas para minha última postagem sobre metas. A maioria delas perguntava se “missões” eram realmente necessárias para que uma afirmação fosse efetivamente apoiada por uma meta. Boa pergunta. Eu reli minha última postagem e pude ver como esta impressão pode ter sido passada.  Não era onde eu queria chegar.

Uma missão pode ser chamada de uma meta fundamental, mas, o entusiasmo por trás de uma missão não é necessário para trazer mudanças dentro da pessoa. Um verdadeiro “Eu quero” será o bastante. Minha meta de perder 15 quilos, não era uma missão. Meu interesse em multiplicar minha renda também não. Ambos, no entanto, eram importantes para mim, e esta importância é o que fazia deles auxílios úteis para minhas afirmações. Uma afirmação sem um “Eu quero” motivador por trás tende a não fazer muita coisa.

Algumas pessoas tem muita dificuldade de encontrar metas. Elas devem ter passado tanto tempo no calabouço emocional que formular uma meta motivante parece infrutífero, um exercício bobo. Além disso, elas podem ter escrituras em suas paredes  que dizem…

“Pessoas ambiciosas são gananciosas e passam por cima dos outros”

“Fique no seu lugar”

“Por que perder seu tempo tentando conquistar o impossível?”

Qualquer que seja a razão, alguém que tenha uma dificuldade em encontrar uma meta ainda pode ser ajudado. O uso da EFT mesmo sem afirmações ou metas é certamente capaz de proporcionar alívio em uma variedade de assuntos. Temos feito isso por anos. Enquanto este alívio ocorre, é claro, eles experimentam uma mudança cognitiva positiva. Isto, por sua vez, limpa o caminho para a aceitação de metas, e portanto, afirmações. As pessoas se libertam com a EFT. Ficam mais leves. Metas fazem mais sentido. São até mesmo bem vindas.

Isto é quando o cliente de terapia se torna um cliente de Personal Performance. É quando o terapeuta pode mudar as marchas e ajudar uma pessoa destituída e fazer uma obra prima da sua vida. Passos de bebê para iniciar. Desenvolver uma meta por vez. Colocar afirmações por trás de cada uma. Ajustar. Mudar. Pegar pequenas vitórias no início e depois mover para maiores. Apagar partes das escrituras nas paredes (crenças) e substituí-las por afirmações melhores. Construir. Amar. Rir. Celebrar os novos níveis e continuar. Entrar em novas salas no Palácio das Possibilidades. Fazer isto juntos. Crescer com o cliente. Afirmar alegria, abundância e liberdade na sua prática. Na sua vida. Liderar pelo exemplo. Se tornar um modelo vivo para o seu cliente se espelhar. Cuidado, pois, isto pode se tornar uma missão (sorriso).

Na próxima, vou introduzir “sonhando acordado com propósito”. Esta é a terceira parte de um trio para puxar alguém alegremente na direção da cobertura do Palácio. As duas primeiras são, é claro, afirmações e metas. E chamo este trio de “O Trio da Alegria”.

Abraços, Gary

P.S. Abaixo, para a sua leitura, estão algumas mensagens recentes que recebi. Elas representam idéias diferentes neste assunto.


DE ERROL SCHUBOT

Em 1978, eu fui a um workshop de uma semana de Ken Keyes. Fomos requisitados a memorizar perfeitamente os doze caminhos dele. Quando saí do workshop, gostei da abordagem, mas decidi que escreveria os meus próprios baseados nas idéias mais elevadas. Então, somado ao uso de afirmações para trabalhar problemas pessoais, eu gravei em fita cassete afirmações para ouvi-las repetidamente. Criei estas afirmações de livros como Footprints on the Path de Eileen Caddy, John Diamond’s affirmations, Peace Pilgrim, Emmanuel, The Course in Miracles, etc. Eu re-escrevia as mais altas possibilidades como se elas já fossem minha realidade. Acredito que esta abordagem tem sido muito poderosa e útil. Então, quero incentivá-lo nesta jornada que você está criando no Palácio das Possibilidades.

Mais uma coisa, sobre Ken Keyes, jr. Eu me conscientizei sobre o processo de pegar a afirmação e soltar a afirmação. Pegar a afirmação se refere a algo que você queira: “Estou criando maior saúde e abundância”. Uma afirmação que solta se refere à questão de ser capaz de aceitar o que acontecer: “Posso me sentir em paz quando minhas reservas estão baixas”.


DE QUENTIN CALVERT

Tenho tido sucesso com afirmações, tanto comigo como com os meus clientes com esta abordagem. Eu uso um caderno espiral e o abro de forma que fique uma página branca no lado esquerdo e direito ao mesmo tempo.

No lado esquerdo, eu escrevo na primeira, segunda e terceira pessoa. Por exemplo: “Eu peso 85 Kg e sou forte, saudável e satisfeito”. Depois, “Quentin, você pesa 85 Kg e é forte, saudável e satisfeito”. Depois, “Quentin pesa 85 Kg e é forte, saudável e satisfeito”. Descobri que somos programados em todas as três vozes e precisamos endereçá-las no nosso esforço de reprogramação. Também, na página oposta, eu escrevo minha primeira resposta imediata para cada afirmação enquanto escrevo. Por exemplo:

“Eu peso 85 Kg, e sou forte, saudável e satisfeito”. Depois escrevo minha primeira resposta imediata “Isto é uma idiotice” para revelar as negativas específicas inconscientes (afirmações contraditórias).

Faço isto com cada voz (um grupo de três) pelo menos dez vezes a cada sessão. Eu tento fazer isto duas ou três vezes ao dia, continuando a fazer isto até que eu tenha uma semana inteira com primeiras respostas positivas. Acredito que aquele processo pode ser muito encurtado usando a EFT para trabalhar com o lado negativo e para reforçar o positivo enquanto caminhamos.

Eu descobri que, quando não funciona, tanto com meus clientes como para mim, é porque não tratamos uma grande afirmação contraditória que é uma resistência em algum nível profundo. Elas provavelmente apenas não estão prontas ainda para fazer isto ou dar este passo.


DE TOM SHIELDS

Ao invés de estabelecer metas baseadas no nosso sistema de crenças atual, porque não estabelecer o que realmente queremos e mudarmos nossas crenças para se encaixarem com as metas? Depois, podemos decompor as metas em sub-metas, estratégias, e tarefas para criar, alcançar ou conseguir o que realmente queremos. Talvez eu não tenha percebido isto no que você escreveu. O início do que você escreveu pareceu colocar um limite nas nossas possibilidades.

GC: Oh meu Deus! Não tive a intenção. Meus esforços são para nos aproximarmos do ilimitado. Me perdoe pela má comunicação, e a última parte pareceu afirmar o que eu acabei de oferecer.

Expandindo o Palácio: Quando as pessoas me perguntam onde o meu escritório está localizado, eu digo a eles que o mundo é o meu escritório. Acho que o próximo passo será o Universo J


DE FRANCES COX

O Palácio das Possibilidades é ótimo, quando você trouxe a idéia de remover as afirmações competidoras isto abriu muitas idéias. Gostaria de adicionar uma idéia que estamos usando com algum sucesso, uma amiga minha é fã de Edgar Cayce e ela veio com uma afirmação que é o seguinte:

“Está sendo criada dentro de mim uma consciência Crística que é suficiente para as necessidades da minha mente, meu corpo e minha alma”.

E alguns têm notado mudanças muito profundas quando a usamos como a seguir:

“Apesar de ter ……. <Afirmação de Cayce> …. então eu me aceito…” ou o que for mais apropriado.

O que “está sendo criado” é um processo em andamento e é intelectualmente aceitável e não gera afirmações contraditórias, e o termo “Consciência Crística” tem implicações poderosas. Não estou me referindo necessariamente ao significado bíblico do Cristo aqui.