Frases, petições e ferramentas

terça-feira, 1. dezembro 2009

A principal prática do Ho’oponopono é a repetição das frases Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato. Pode ser qualquer variação, combinação ou sinônimo dessas frases, que devem ser repetidas todo o tempo que você for capaz. Mas além dessas frases existem algumas outras práticas que podem auxiliar no processo de limpeza, então abaixo estão descritas algumas dessas técnicas. Experimente! Para informações mais detalhadas consulte o site do Ho’oponopono. A maior parte das informações abaixo foi retirada do site www.hooponopono.com.br

Quando você diz Sinto muito você reconhece que algo (não importa se saber o que) penetrou no seu sistema corpo/mente. Você quer o perdão interior pelo o que lhe trouxe aquilo.

Ao dizer Me perdoe você não está pedindo a Deus para te perdoar, você está pedindo a Deus para te ajudar a se perdoar.

Te amo transmuta a energia bloqueada (que é o problema) em energia fluindo, religa você ao Divino.

Sou grato ou Obrigada é a sua expressão de gratidão, sua fé que tudo será resolvido para o bem maior de todos envolvidos.

A partir deste momento o que acontece a seguir é determinado pela Divindade, você pode ser inspirado a tomar alguma ação, qualquer que seja, ou não. Se continuar uma dúvida, continue o processo de limpeza e logo terá a resposta quando completamente limpo.

Lembre-se sempre que o que você vê de errado no próximo também existe em você, somos todos Um, portanto toda cura é auto-cura. Na medida em que você melhora, o mundo também melhora. Assuma esta responsabilidade. Ninguém mais precisa fazer este processo, só você.

O Ho’oponopono incessante do qual o Dr. Len fala, é mentalmente dizer estas frases, ou frase, antes e durante tudo o que se faz, e lugar que se vai. Ao reparar sentimentos aflorando, aproveite para fazer esta limpeza. Como exemplo; a pessoa sente a necessidade de emagrecer, pela força de vontade até que consegue perder peso, mas fica sempre aquela tensão, aflição, frustração, por ter o receio de engordar ou por ter engordado novamente. Limpando-se em cima desses sentimentos faz-se com que o programa interno, guardado na Mente Subconsciente, responsável pela pessoa estar acima do peso seja eliminado. O mesmo para quem quer parar de fumar, toda vez que perceber a vontade de fumar faça a limpeza com as frases, ou frase, peça a Divindade para limpar as memórias/programas responsáveis por aqueles sentimentos. Agora, não limpe visando o resultado de perder peso ou parar de fumar. Peça a Divindade para limpar o sentimento desconfortável em relação àquela condição ou hábito. Isto sim. Deixe a Divindade lhe proporcionar o bem.

Frases e Petições

Divindade, limpe em mim as memórias que estão causando este problemas. Transmute-as em pura luz

Antes de qualquer refeição o Dr. Len fala mentalmente para o alimento: Te amo. Se estou trazendo qualquer coisa a esta situação que possa causar eu me sentir doente enquanto ingiro você; não é você. Não é nem eu. É algum gatilho pelo qual estou disposto a ser responsável.”

“Se alguém aparece com raiva em minha experiência, eu assumo 100% de responsabilidade me perguntando: ‘O que há em mim, que eu preciso liberar, que está fazendo aparecer esta experiência?’ Eu olho para qual problema (memórias) em mim está causando a situação, que eu posso oferecer para a Divindade cancelar”.

“A única maneira que eu possa estar em paz é fazendo o Ho’oponopono por mim, porque eu quero estar em paz, e porque eu sei que enquanto estiver em paz comigo mesmo eu reparo que todos ao meu redor também estão em paz. Portanto quando noto qualquer coisa que posso perceber como sendo um problema, eu me pergunto; ‘O que há em mim que eu preciso liberar?’ “. “As pessoas só aparecem em nossas vidas para nos mostrar se estamos dentro ou fora dos trilhos com nossa própria vida. A maior parte do tempo não sabemos se estamos ou não, por isso precisamos limpar constantemente.”.

Oração do Divino Criador

“Divino Criador, pai, mãe, filho em Um…

Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos, à sua família, parentes e ancestrais em pensamentos, palavras, atos e ações do início da nossa criação até o presente, nós pedimos seu perdão…

Deixe isto limpar, purificar, libertar, cortar todas as recordações, bloqueios, energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis em pura luz…

Assim está feito.”

Faça esta oração em relação a qualquer problema com qualquer pessoa; ao se fazer o apelo ao Divino Criador estamos nos dirigindo à divindade que existe dentro de todas as pessoas, que é a extensão do Divino Criador. Só é necessário isso.

Água Solar Azul

Adquira um recipiente de vidro azul com uma tampa não-metálica.Também evite que, se o recipiente for uma garrafa d’água como estas da foto, que a tampa plástica tenha contato com a água. Plásticos degradam quando expostos ao sol, soltando compostos químicos. Use papel manteiga fixado com um elástico para cobrir a garrafa. Verta água de torneira (aqui no Brasil é melhor água filtrada) no recipiente. Coloque o recipiente azul no sol ou sob uma luz incandescente (não lâmpada fluorescente) durante pelo menos uma hora. Depois que a água está solarizada (alterada por exposição à luz solar), pode ser usada de vários modos. Beba-a. Cozinhe com ela. Use para o chimarrão. No enxágüe após o banho. Frutas e legumes amam serem lavados em Água Solar Azul! Assim como os processos com as frases, a Água Solar Azul vaga as memórias na Mente Subconsciente. Assim, beba sempre! Observe a sua reação ao uso da Água Solar Azul, em algumas pessoas o efeito do que parece ser um processo de desintoxicação psíquica e física é bem acentuado. Pesadelos podem ocorrer com freqüência durante algumas noites, mas acabam depois de um tempo, procure usar as frases antes de dormir depois de fazer a Respiração Ha para neutralizar quaisquer memórias que possam vir a atrapalhar o sono. Se continuar a ser incômodo o efeito diminua a quantidade da água sendo bebida. Siga sua intuição.

A Respiração “Ha”

O processo de respiração “Ha” é simples de fazer e cancela memórias. O processo é feito assim: Sentado confortavelmente, com os pés no chão, costas retas; Inspire – mentalmente conte até 7, segure o ar por uma contagem de 7. Expire, contando mentalmente até 7. Segure com os pulmões vazios por uma nova contagem mental de 7. Repita o processo 9 vezes.

Respire sem forçar, para não hiperventilar, o que pode provocar tontura e mal-estar. Pense as frases, ou frase: “Sinto muito. Me perdoe. Te amo. Sou grato.”. O Dr. Len afirma que este processo pode  eliminar o estado de depressão.

O Terapeuta Mais Inusitado do Mundo

terça-feira, 1. dezembro 2009

Há dois anos, ouvi falar de um terapeuta, no Havaí, que curou um pavilhão inteiro de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do preso e, em seguida, olhava para dentro de si mesmo a fim de ver como ele havia criado a enfermidade dessa pessoa. À medida que ele melhorava, o paciente também melhorava.

A primeira vez que ouvi essa história, pensei tratar-se de alguma lenda urbana. Como podia alguém curar a outro, somente através de curar-se a si mesmo? Como podia, ainda que fosse o mestre de maior poder de auto-cura, curar a alguém criminalmente insano? Não tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei essa história.

Entretanto, a escutei novamente, um ano depois. Soube que o terapeuta havia usado um processo de cura havaiano chamado “Ho’oponopono”.

Nunca ouvira falar dele, no entanto, não conseguia tirá-lo de minha mente. Se a história era realmente verdadeira, eu tinha que saber mais.

Sempre soubera que total responsabilidade significava que eu sou responsável pelo que penso e faço. O que estiver além, está fora de minhas mãos. Acho que a maior parte das pessoas pensa o mesmo sobre a responsabilidade. Somos responsáveis pelo que fazemos e não pelo que fazem os outros. O terapeuta havaiano que curou essas pessoas mentalmente enfermas me ensinaria uma nova perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade. Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len.

Passamos, provavelmente, uma hora falando em nossa primeira conversa telefônica. Pedi-lhe que me contasse toda a história de seu trabalho como terapeuta. Ele explicou-me que havia trabalhado no Hospital do Estado do Havaí durante quatro anos.

O pavilhão onde encerravam os loucos criminais era perigoso. Em regra geral, os psicólogos se demitiam após um mês de trabalho ali. A maior parte do pessoal do hospital ficava doente ou se demitia. As pessoas que passavam por aquele pavilhão simplesmente caminhavam com as costas contra a parede com medo de serem atacadas pelos pacientes.

Não era um lugar bom para viver, nem para trabalhar, nem para visitar. O Dr. Len disse-me que nunca viu os pacientes. Assinou um acordo para ter uma sala no hospital e revisar os seus prontuários médicos. Enquanto lia os prontuários médicos, ele trabalhava sobre si mesmo. Enquanto ele trabalhava sobre si mesmo, os pacientes começaram a curar-se. “Depois de poucos meses, os pacientes que estavam acorrentados receberam a permissão para caminharem livremente”, me disse. “Outros, que tinham que ficar fortemente medicados, começaram a ter suas medicações reduzidas. E aqueles, que não tinham jamais qualquer possibilidade de serem liberados, receberam alta” Eu estava assombrado. “Não foi somente isso”, continuou, “até o pessoal começou a gostar de ir trabalhar. O absenteísmo e as mudanças de pessoal desapareceram. Terminamos com mais funcionários do que necessitávamos porque os pacientes eram liberados e todo o pessoal vinha trabalhar. Hoje, aquele pavilhão do hospital está fechado.”

Foi neste momento que eu tive que fazer a pergunta de um milhão de dólares: “O que foi que o senhor fez a si mesmo para ocasionar tal mudança nessas pessoas?”

“Eu simplesmente estava curando aquela parte em mim que os havia criado”, disse ele.

Não entendi. O Dr. Len explicou-me, então, que entendia que a total responsabilidade por nossa vida implica em tudo o que está na nossa vida, pelo simples fato de estar em nossa vida e ser, por esta razão, de nossa responsabilidade. Num sentido literal, o mundo todo é criação nossa.

Uau! Mas isso é duro de engolir. Ser responsável pelo o que digo e faço é uma coisa. Ser responsável pelo que diz e faz outra pessoa que está na minha vida é muito diferente.

Apesar disso, a verdade é essa: se você assume completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você olha, escuta, saboreia, toca ou experimenta de qualquer forma é a sua responsabilidade, porque está em sua vida.

Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia ou qualquer coisa que você experimenta e não gosta, está ali para que você a cure. Tudo isto não existe, digamos, exceto como projeções que saem do seu interior.

O problema não está neles, está em você, e, para mudá-lo, você é quem tem que mudar.

Sei que isto é difícil de entender, muito menos de aceitar ou de realmente vivenciar. Colocar a culpa em outra pessoa é muito mais fácil que assumir a total responsabilidade mas, enquanto conversava com o Dr. Len, comecei a compreender essa cura dele, e que o Ho’oponopono significa amar-se a si mesmo. Se você deseja melhorar sua vida, você deve curar sua vida. Se você deseja curar alguém, mesmo um criminoso mentalmente doente, você o faz curando a si mesmo.

Perguntei ao Dr. Len como ele curava a si mesmo. O que era, exatamente, que ele fazia, quando olhava os prontuários daqueles pacientes? “Eu, simplesmente, permanecia dizendo ‘Eu sinto muito’ e ‘Te amo’, uma vez após outra” explicou-me. “Só isso?” “Só isso! Acontece que amar-se a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo e, à medida que você melhora a si mesmo, melhora o seu mundo”

Permita-me, agora, dar um rápido exemplo de como isto funciona.

Um dia, alguém me enviou um e-mail que me desequilibrou. No passado, eu teria reagido trabalhando meus aspectos emocionais tórridos ou tentado argumentar com a pessoa que me enviara aquela mensagem detestável. Mas, desta vez, eu decidi testar o método do Dr. Len. Comecei a pronunciar, em silêncio: “Sinto muito” e “Te amo”. Não dizia isto para alguém, em particular. Ficava, simplesmente, invocando o espírito do amor, para que ele curasse dentro de mim o que estava criando aquela circunstância externa.

Depois de uma hora, recebi um e-mail da mesma pessoa, desculpando-se pela mensagem que me enviara antes. Observe que eu não realizei qualquer ação externa para receber essa desculpa. Eu nem sequer respondi aquela mensagem. Não obstante, somente repetindo “sinto muito” e “te amo”, de alguma maneira curei dentro de mim aquilo que criara naquela pessoa.

Posteriormente, participei de um workshop sobre o Ho’oponopono, ministrada pelo Dr. Len. Ele tem, agora, 70 anos de idade, é considerado um “xamã avô” e é um pouco solitário.

Elogiou meu livro “O Fator de Atração” (The Attractor Factor). Disse-me que, à medida que eu melhorar a mim mesmo, a vibração do meu livro aumentará e todos sentirão o mesmo quando o lerem. Resumindo, na medida em que eu melhore, meus leitores também melhorarão.

“E o que acontecerá com os livros que eu já vendi e que estão lá fora?” perguntei. “Eles não estão lá fora”, explicou ele, me desconsertando, mais uma vez, com sua sabedoria mística. “Eles ainda estão dentro de você”.

Resumindo, nada está do lado de fora. Seria necessário um livro inteiro para explicar essa técnica avançada com a profundidade que ela merece. “Basta, apenas, dizer que, quando você queira ou deseje melhorar qualquer coisa na sua vida, existe somente um lugar onde procurar: dentro de você mesmo. E, quando olhar, faça-o com amor”.

Do website www.zerolimits.info © Joe Vitale.

Revisão de várias traduções e a partir do original: Fábio Takashi e Al McAllister.

Capítulo 6 – Metas – O que você faria se o seu sucesso fosse garantido?

sexta-feira, 20. novembro 2009

Texto original em inglês: Gary Craig, Fundador da EFT
Website: www.emofree.com
Tradução: André Lima, Terapeuta Holístico – Praticante de EFT, Mestre Reiki e Terapeuta floral
Website: www.eftbr.com.br
Comunidade no Orkut sobre EFT: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25394479

 

Oi para todos,

Apesar da minha ênfase nelas, as afirmações geralmente não funcionam bem isoladamente. Por exemplo, alguém que rotineiramente e de forma enfadonha repita, “sou feliz, sou feliz, sou feliz” provavelmente não será conduzido a felicidade do Hall da Fama mesmo que todas as afirmações competidoras forem descobertas e apagadas adequadamente das escrituras das paredes dele ou dela. Por que? Porque felicidade, neste exemplo, não é uma meta empolgante. É um esforço onde falta a paixão do sonho motivador. Verdade que a afirmação pode levar alguém a ser mais feliz e sentir-se melhor, mas esta melhora virá em sua maioria do que foi apagado pela EFT do que pela afirmação de que “eu sou feliz”.

Para que a efetividade da afirmação seja maximizada, a matéria do seu conteúdo tem que ter um tipo de “força de atração” que inunde a psique e se torne um alvo no qual se aponta a flecha da afirmação. Tem que ser um grande “eu quero” e não um “eu devo”. Aqui é onde as pessoas geralmente não se dão bem na área das afirmações. Muitas vezes elas pegam uma meta grandiosa que na verdade são “eu devo”. “Eu devo” é a meta de alguém que parece ser a sua própria. Os desejos dos nossos pais de que freqüentemos uma universidade é um “eu devo”, a menos, é claro, que a gente realmente queira isto pra nós. A pressão da sociedade para se casar e se adequar em uma série de coisas também representam “eu devo” em potencial. Sempre que afirmamos “eu devo”, eles eventualmente irão morrer devido a falta de interesse real. Isto não é uma falha do processo de afirmação. É uma falha em estabelecer metas apropriadas.

Algumas pessoas, erroneamente, direcionam suas afirmações para metas que estão muito longe das suas crenças atuais. Estas são “eu devo” e vão, é claro, perecer. Uma meta que soe soberba como se tornar presidente dos E.U.A., acabar com a fome mundial ou ganhar o prêmio Nobel são grandiosas e algumas pessoas podem achar que estão dentro do seu sistema de crenças. Em caso positivo, vá em frente. Mas, para outros, especialmente aqueles clientes que estão no calabouço emocional, uma meta apropriada seria se sentir bem em uma entrevista para emprego ou deixar a bebida. Atletas, por outro lado, podem rebater com uma média melhor, ou ter um percentual maior de acerto nos arremessos de lance livre. Estudantes podem querer maior acuidade mental ou melhorar suas habilidades sociais. Terapeutas podem querer desenvolver um maior carisma, compaixão e habilidades intuitivas.

Metas precisam ser “eu quero”. Precisam ser alcançáveis de acordo com o sistema de crenças, e também precisam ser maiores do que os limites atuais. Se a nossa meta não estiver de acordo com o que acreditamos ser alcançável, eventualmente nós a iremos achar sem futuro e vamos parar de ir atrás. Por que afirmar, por exemplo, que algum dia você vai a Marte, quando você nem remotamente acredita que isto seja possível? Também, se nossa meta não nos empurrar para outro nível, então onde está o entusiasmo? Quem se importa em aumentar sua renda anual de $ 50.000,00 para $ 51.000,00? Não muitos. Entretanto, a perspectiva de elevar para o nível de $ 60.000,00, $ 80.000,00 ou $ 100.000,00 vai fazer seu sangue correr mais rápido. Uma vez que estes níveis são atingidos, é mais fácil enxergar $ 150.000,00 ou $ 250.000,00. E assim vai.

Isto é quando começamos a reconhecer nossa verdadeira grandeza e nos movemos para as salas maiores do Palácio das Possibilidades. Um pouco de sucesso de acordo com estas linhas servem para aumentar nossa visão.

Depois de um tempo, nossos limites prévios se tornam piadas. Eles passam a ser reconhecidos como ficções que são (eram). É como se um vácuo intenso fosse criado nas salas maiores do Palácio que nos suga através das portas de nossos limites existentes. Uma vez que deixamos estas salas antigas para trás, não há mais volta. Quem iria querer ganhar $ 50.00,00 ao ano depois de ter se acostumado a ganhar $ 250.000,00? Quem iria voltar a ser tímido depois de ter sido desinibido? E assim vai.

A maioria de nós não tem uma meta que motive porque falta paixão nas nossas vidas. Existimos dia após dia. As vezes aproveitamos a vida. As vezes não. Acordar pela manhã e escovar os dentes é algo que apenas fazemos. Mas, levantar da cama com o entusiasmo de alguém que está em uma missão, é algo que poucos de nós experimenta. Uma meta motivadora, uma missão, é a diferença entre os que vão para frente e os que ficam estagnados. É a batida dos nossos passos e o brilho nos nossos olhos. É um trabalho interior que dita a diferença entre bem-aventurança e tédio, não importando nossa situação na vida. Eu lembrei desta estrofe de Doug Hooper…

Dois homens olham de dentro das grades da prisão.

Um vê lama, o outro, estrelas”.

Frequentemente nossas metas motivadoras estão escondidas atrás do que está escrito nas nossas paredes (crenças) que já nos convenceram do que podemos, do que não podemos, do que devemos, do que não devemos e todos os outros “limites”. Talvez, temos escrituras nas nossas paredes (crenças) que dizem…

“Não apareça na multidão. Ninguém gosta de alguém exibido”.

“Não balance o barco”.

“Se fizer algo pelos outros, eles vão esperar mais”.

“Saiba o seu lugar”.

“Quem ganha muito dinheiro termina perdendo os amigos”.

“Não se anime muito com algo. Isto apenas irá levar você a decepção”.

Mesmo assim, ainda temos brasas dentro de nós que podem ser abanadas e pegar fogo. O truque é, como achá-las? Uma maneira é aplicar EFT em assuntos como, “Apesar de parecer que estou parado onde estou …”, “Apesar de ter estes bloqueios para uma missão verdadeira…”, etc. A repetição diária disto e aplicações similares de rodadas de EFT devem girar as pás do “moinho da missão”. Nem vou dizer o que você pode encontrar.

Outra maneira de fazer o nosso sangue correr, é nos questionar seriamente algumas perguntas para achar metas. Aqui vão alguns exemplos para se pensar.

“Que sonhos você teve na infância que teve que desistir?”

“Com quem você desejaria se parecer?”

“O que você gostaria de fazer que ainda não pôde?”

“O que você faria ou tentaria se o seu sucesso fosse garantido?”

Todas estas são perguntas excelentes. São plataformas de lançamento para uma vida ilimitada. Se você apenas lê-las e for embora, o seu verdadeiro valor estará perdido pra você. Entretanto, se pegar um bloco de papel e gastar algumas tardes com elas, discuti-las com seus amigos, ponderá-las enquanto dirige, etc., elas lhe trarão à mente muitas oportunidades.

Você precisa dar corda a sua imaginação, entretanto. Eu me lembro de ter perguntado a última questão à mãe de Adrienne há muitos anos atrás. Ela tinha 78 anos na época em que perguntei: “Mary, o que você faria se o seu sucesso fosse garantido?”. Ela pensou por um minuto e falou, “Eu seria gerente de um supermercado de primeira classe”. Eu fiz uma pausa e disse, “Mary, você não respondeu minha pergunta. Você me disse o que você poderia ter feito, de acordo com sua experiência e formação, se tivesse ido um pouco mais além. Quero saber quais são os seus sonhos. Libere o que você presume serem seus limites e me diga, o que o você REALMENTE faria se o seu sucesso fosse garantido”. Mary se ajeitou, um brilho acendeu seus olhos envelhecidos, e ela disse: “Eu seria uma cantora”. Aí estava um sonho. Uma meta verdadeira. Seria algo que a entusiasmaria se ela fosse buscar isto. Finalmente ela fez justiça a pergunta.

Você quer ser um cantor? O que você realmente gostaria de fazer com a sua vida que, se não fossem pelos “limites” que você presume ter, você buscaria com entusiasmo? Eu sei. Isto pode não ser prático (ainda). Mas é um começo. Podemos começar dando passos menores que parecem alcançáveis e construir um caminho para o sonho. Sempre há um caminho. Mais tarde, nesta série, vou introduzir o conceito de Antena, nosso mecanismo que fielmente acha o caminho para qualquer coisa que a gente queira.

Espero que sinta isto pulsando. Estamos pisando na Terra das Oportunidades.

Mais na próxima.

Abraços, Gary