sexta-feira, 20. novembro 2009
Texto original em inglês: Gary Craig, Fundador da EFT
Website:
www.emofree.com
Tradução: André Lima, Terapeuta Holístico – Praticante de EFT, Mestre Reiki e Terapeuta floral
Website:
www.eftbr.com.br
Comunidade no Orkut sobre EFT:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25394479
Oi para todos,
Apesar da minha ênfase nelas, as afirmações geralmente não funcionam bem isoladamente. Por exemplo, alguém que rotineiramente e de forma enfadonha repita, “sou feliz, sou feliz, sou feliz” provavelmente não será conduzido a felicidade do Hall da Fama mesmo que todas as afirmações competidoras forem descobertas e apagadas adequadamente das escrituras das paredes dele ou dela. Por que? Porque felicidade, neste exemplo, não é uma meta empolgante. É um esforço onde falta a paixão do sonho motivador. Verdade que a afirmação pode levar alguém a ser mais feliz e sentir-se melhor, mas esta melhora virá em sua maioria do que foi apagado pela EFT do que pela afirmação de que “eu sou feliz”.
Para que a efetividade da afirmação seja maximizada, a matéria do seu conteúdo tem que ter um tipo de “força de atração” que inunde a psique e se torne um alvo no qual se aponta a flecha da afirmação. Tem que ser um grande “eu quero” e não um “eu devo”. Aqui é onde as pessoas geralmente não se dão bem na área das afirmações. Muitas vezes elas pegam uma meta grandiosa que na verdade são “eu devo”. “Eu devo” é a meta de alguém que parece ser a sua própria. Os desejos dos nossos pais de que freqüentemos uma universidade é um “eu devo”, a menos, é claro, que a gente realmente queira isto pra nós. A pressão da sociedade para se casar e se adequar em uma série de coisas também representam “eu devo” em potencial. Sempre que afirmamos “eu devo”, eles eventualmente irão morrer devido a falta de interesse real. Isto não é uma falha do processo de afirmação. É uma falha em estabelecer metas apropriadas.
Algumas pessoas, erroneamente, direcionam suas afirmações para metas que estão muito longe das suas crenças atuais. Estas são “eu devo” e vão, é claro, perecer. Uma meta que soe soberba como se tornar presidente dos E.U.A., acabar com a fome mundial ou ganhar o prêmio Nobel são grandiosas e algumas pessoas podem achar que estão dentro do seu sistema de crenças. Em caso positivo, vá em frente. Mas, para outros, especialmente aqueles clientes que estão no calabouço emocional, uma meta apropriada seria se sentir bem em uma entrevista para emprego ou deixar a bebida. Atletas, por outro lado, podem rebater com uma média melhor, ou ter um percentual maior de acerto nos arremessos de lance livre. Estudantes podem querer maior acuidade mental ou melhorar suas habilidades sociais. Terapeutas podem querer desenvolver um maior carisma, compaixão e habilidades intuitivas.
Metas precisam ser “eu quero”. Precisam ser alcançáveis de acordo com o sistema de crenças, e também precisam ser maiores do que os limites atuais. Se a nossa meta não estiver de acordo com o que acreditamos ser alcançável, eventualmente nós a iremos achar sem futuro e vamos parar de ir atrás. Por que afirmar, por exemplo, que algum dia você vai a Marte, quando você nem remotamente acredita que isto seja possível? Também, se nossa meta não nos empurrar para outro nível, então onde está o entusiasmo? Quem se importa em aumentar sua renda anual de $ 50.000,00 para $ 51.000,00? Não muitos. Entretanto, a perspectiva de elevar para o nível de $ 60.000,00, $ 80.000,00 ou $ 100.000,00 vai fazer seu sangue correr mais rápido. Uma vez que estes níveis são atingidos, é mais fácil enxergar $ 150.000,00 ou $ 250.000,00. E assim vai.
Isto é quando começamos a reconhecer nossa verdadeira grandeza e nos movemos para as salas maiores do Palácio das Possibilidades. Um pouco de sucesso de acordo com estas linhas servem para aumentar nossa visão.
Depois de um tempo, nossos limites prévios se tornam piadas. Eles passam a ser reconhecidos como ficções que são (eram). É como se um vácuo intenso fosse criado nas salas maiores do Palácio que nos suga através das portas de nossos limites existentes. Uma vez que deixamos estas salas antigas para trás, não há mais volta. Quem iria querer ganhar $ 50.00,00 ao ano depois de ter se acostumado a ganhar $ 250.000,00? Quem iria voltar a ser tímido depois de ter sido desinibido? E assim vai.
A maioria de nós não tem uma meta que motive porque falta paixão nas nossas vidas. Existimos dia após dia. As vezes aproveitamos a vida. As vezes não. Acordar pela manhã e escovar os dentes é algo que apenas fazemos. Mas, levantar da cama com o entusiasmo de alguém que está em uma missão, é algo que poucos de nós experimenta. Uma meta motivadora, uma missão, é a diferença entre os que vão para frente e os que ficam estagnados. É a batida dos nossos passos e o brilho nos nossos olhos. É um trabalho interior que dita a diferença entre bem-aventurança e tédio, não importando nossa situação na vida. Eu lembrei desta estrofe de Doug Hooper…
”Dois homens olham de dentro das grades da prisão.
Um vê lama, o outro, estrelas”.
Frequentemente nossas metas motivadoras estão escondidas atrás do que está escrito nas nossas paredes (crenças) que já nos convenceram do que podemos, do que não podemos, do que devemos, do que não devemos e todos os outros “limites”. Talvez, temos escrituras nas nossas paredes (crenças) que dizem…
“Não apareça na multidão. Ninguém gosta de alguém exibido”.
“Não balance o barco”.
“Se fizer algo pelos outros, eles vão esperar mais”.
“Saiba o seu lugar”.
“Quem ganha muito dinheiro termina perdendo os amigos”.
“Não se anime muito com algo. Isto apenas irá levar você a decepção”.
Mesmo assim, ainda temos brasas dentro de nós que podem ser abanadas e pegar fogo. O truque é, como achá-las? Uma maneira é aplicar EFT em assuntos como, “Apesar de parecer que estou parado onde estou …”, “Apesar de ter estes bloqueios para uma missão verdadeira…”, etc. A repetição diária disto e aplicações similares de rodadas de EFT devem girar as pás do “moinho da missão”. Nem vou dizer o que você pode encontrar.
Outra maneira de fazer o nosso sangue correr, é nos questionar seriamente algumas perguntas para achar metas. Aqui vão alguns exemplos para se pensar.
“Que sonhos você teve na infância que teve que desistir?”
“Com quem você desejaria se parecer?”
“O que você gostaria de fazer que ainda não pôde?”
“O que você faria ou tentaria se o seu sucesso fosse garantido?”
Todas estas são perguntas excelentes. São plataformas de lançamento para uma vida ilimitada. Se você apenas lê-las e for embora, o seu verdadeiro valor estará perdido pra você. Entretanto, se pegar um bloco de papel e gastar algumas tardes com elas, discuti-las com seus amigos, ponderá-las enquanto dirige, etc., elas lhe trarão à mente muitas oportunidades.
Você precisa dar corda a sua imaginação, entretanto. Eu me lembro de ter perguntado a última questão à mãe de Adrienne há muitos anos atrás. Ela tinha 78 anos na época em que perguntei: “Mary, o que você faria se o seu sucesso fosse garantido?”. Ela pensou por um minuto e falou, “Eu seria gerente de um supermercado de primeira classe”. Eu fiz uma pausa e disse, “Mary, você não respondeu minha pergunta. Você me disse o que você poderia ter feito, de acordo com sua experiência e formação, se tivesse ido um pouco mais além. Quero saber quais são os seus sonhos. Libere o que você presume serem seus limites e me diga, o que o você REALMENTE faria se o seu sucesso fosse garantido”. Mary se ajeitou, um brilho acendeu seus olhos envelhecidos, e ela disse: “Eu seria uma cantora”. Aí estava um sonho. Uma meta verdadeira. Seria algo que a entusiasmaria se ela fosse buscar isto. Finalmente ela fez justiça a pergunta.
Você quer ser um cantor? O que você realmente gostaria de fazer com a sua vida que, se não fossem pelos “limites” que você presume ter, você buscaria com entusiasmo? Eu sei. Isto pode não ser prático (ainda). Mas é um começo. Podemos começar dando passos menores que parecem alcançáveis e construir um caminho para o sonho. Sempre há um caminho. Mais tarde, nesta série, vou introduzir o conceito de Antena, nosso mecanismo que fielmente acha o caminho para qualquer coisa que a gente queira.
Espero que sinta isto pulsando. Estamos pisando na Terra das Oportunidades.
Mais na próxima.
Abraços, Gary
Posted in Palácio das Possibilidades by Deise Viegas -
sexta-feira, 20. novembro 2009
Texto original em inglês: Gary Craig, Fundador da EFT
Website:
www.emofree.com
Tradução: André Lima, Terapeuta Holístico – Praticante de EFT, Mestre Reiki e Terapeuta floral
Website:
www.eftbr.com.br
Comunidade no Orkut sobre EFT:
http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=25394479
Oi para todo mundo,
Aqui, mais indagações dos membros da lista bem como minhas respostas. Estas são importantes para se ler porque clareiam certas idéias e nos adianta através dos outros.
Abraços, Gary
DE TIM ROWE
Eu tenho uma história de “acertar e errar” com as afirmações desde que fui inicialmente introduzido a elas pelo Rebirthing Fraternity a mais ou menos 12 anos atrás. Muitas afirmações competidoras foram ignoradas e não tratadas e eu misturei estes resultados com as afirmações e até perdi o interesse nelas e (Deus proíbe) as desconsiderei!
GC: Bem vindo ao clube! Muitos viraram as costas para as afirmações. Em parte por causa das afirmações competidoras que foram ignoradas, mas também porque as metas que estavam afirmando não eram metas verdadeiras. Eram “eu devo”. Existe uma grande diferença entre alguém que DEVE fazer melhor em um negócio porque seu pai lhe disse isto e outra pessoa que realmente QUER construir uma empresa para criar tanto riqueza pessoal e produtos/serviços melhores para os outros. Um é um bocejo, o outro é entusiasmo. Os “eu devo” acabam no saco de lixo das afirmações enquanto os “eu quero” se tornam imãs que nos puxam na direção de nossas possibilidades. As afirmações são realmente magníficas criadoras do nosso amanhã. Nossas afirmações passadas (aquelas que usamos automaticamente, as escrituras existentes) criaram nossa situação presente. Nossas afirmações presentes estão criando nosso futuro. Isto é verdadeiro quer estejamos escolhendo conscientemente nossas afirmações ou não.
TIM CONTINUA: Eu estava pensando sobre um artigo que você escreveu recomendando “especialização” nos negócios. Estou pensando em começar uma “clinica de fumantes” e me pergunto se você teria algumas dicas? Está na sua experiência que os fumantes apresentam muitos aspectos por trás do hábito propriamente dito? Ou a maioria simplesmente quer parar de fumar e “é só isto”? Ou isto varia?
GC: Na minha experiência, os fumantes estão em duas categorias: (1) aqueles que estão fisicamente dependentes e isto é tudo, e (2) aqueles que estão fisicamente dependentes E usam o cigarro (e/ou outras substâncias) para tranqüilizar temporariamente a ansiedade persistente que sentem por rejeições do passado, abusos, medos, culpa e etc. A última categoria traz muitos aspectos que são bons candidatos para trabalhos de longo prazo usando os princípios do Palácio das Possibilidades.
Existe um paralelo com a perda de peso. Depois que todas as afirmações competidoras vão embora, uma afirmação como “Estou livre do hábito do cigarro” junto com metas, visualizações com propósito e outras “técnicas do Palácio” provavelmente surtirão efeito. Não apenas o fumante vai deixar de precisar do seu cigarro, mas assuntos emocionais que estão por trás direcionando serão substituídas por efeitos colaterais positivos que mudam a vida. Para outro olhar sobre como ajudar fumantes, por favor vejam as postagens de Willem Lammer no nosso website (www.emofree.com) intitulado Dialogues with smoker.
DE BEZ SCARLATA
Eu nunca usei afirmações exatamente da maneira que você sugeriu, mas faço uso das afirmações de Louise Hay com meus clientes, especialmente se elas estão ligadas a várias partes do corpo que experimentam (e/ou guardam) stress e tensão devido a emoções negativas e desequilíbrios energéticos.
GC: Nota: As afirmações de Louise Hay estão incluída no seu livro, “You can heal your life” (Você Pode Curar Sua Vida). Hay House, Inc, Carso, CA.
DE L. CANTLAY
Basicamente você está certo sobre as afirmações. Elas funcionam quando a crença fundamental foi mudada para concordar com a afirmação. Entretanto, muitas vezes, elas não irão funcionar porque as pessoas apenas as repetem como um mantra sem pensar nenhum pouco nelas e crenças antigas irão re-emergir. Crenças fundamentais são muito pegajosas e irão retornar se não formos cuidadosos.
Eu acho que as afirmações precisam estar presas ao componente do pensamento da psique. Se for repetida de qualquer forma não haverá nenhuma mudança. Uma forma positiva que prende a parte do pensamento é: “É realmente verdade que eu tenho que pesar 115 Kg? Perguntando a você mesmo, esta questão poderá extrair respostas que poderão ser trabalhadas. Então a pessoa pode criar uma afirmação positiva que pode funcionar.
GC: Quando as pessoas repetem de qualquer maneira como um mantra, algumas coisas estão acontecendo: (1) a afirmação é um reflexo de um “EU DEVO” ao invés de um “EU QUERO”, (2) a afirmação representa um passo muito grande e está muito distante da crença atual, ou (3) é hora de reformular a afirmação em termos que sejam mais interessantes para a pessoa.
DE DARLING GRACIELA VILENA-MATA
Quero comentar sua resposta do ultimo e-mail para nós sobre a questão do peso.
Nem todo mundo que está acima do peso come demais. Na verdade deveria ser parte do protocolo primeiro checar as razões orgânicas. Mulheres que estão passando por mudanças hormonais, problemas na tireóide, problemas genéticos, problemas de insulina. E muito mais. Depois, se a pessoa está tentando fazer tudo certo e o peso não baixa por causa dos motivos acima que não foram checados em primeiro lugar, ele ou ela podem tentar de tudo, tentar comer menos, quando isto não é problema de forma alguma. A preocupação em se desenvolver anorexia ou bulimia pode ocorrer, dependendo do tipo de personalidade.
Haverá muitas pessoas que não são psicoterapeutas que estarão utilizando as maravilhosas ferramentas e sabedoria que você está compartilhando. Como psicoterapeuta, somos ensinados a checar problemas orgânicos primeiro. Nem todos fazem isto nas suas práticas. E eu não sei se os outros foram treinados desta maneira. Não é apenas o peso, mas podem ser outros assuntos que necessitam deste primeiro passo antes de ir para as ferramentas da EFT.
GC: Bom ponto de vista. Apesar de eu ser do ponto de vista de que “problemas físicos vem de problemas emocionais”, existem, é claro, exceções.
DE MARILYN GORDON
Tenho utilizado uma técnica chamada de Re-Sourcing por um número de anos. Ela puxa as afirmações competidoras ou que chamamos de sabotadores internos imediatamente. É assim:
Eu digo ao cliente, “Vou começar uma frase, e gostaria que você a completasse. Pode soar um pouco negativo, mas é por razões terapêuticas. Ai vai o começo da frase: “Eu não quero (perder peso, parar de roer unhas, me curar de velhos traumas, etc.) porque…” Pedimos ao cliente para não pensar sobre o final da sentença, mas que apenas deixe vir o que for a cabeça.
Algumas vezes a resposta vem imediatamente. As vezes temos que ir mais fundo.
Então soa mais ou menos assim:
“Eu não quero para de comer doces porque…”
- “Porque eu gosto deles”
“Eu gosto deles porque…”
- “Eles me fazem sentir bem”
“E eu preciso me sentir bem porque…”
- “As vezes não me sinto bem de jeito nenhum”
“E eu não me sinto bem de jeito nenhum porque…”
- “Eu acho que eu tenho nenhum valor.
Então trabalhamos nisto, e levam apenas segundos para chegar lá. É uma técnica incrível e vai bem fundo, muito rápido.
GC: Esta é outra abordagem útil. Alguns irão preferi-la.
DE MUITOS LEITORES
Eu não sei o que quer dizer “dividir as afirmações competidoras em seus aspectos”.
GC: Isto se refere ao que eu disse a respeito do uso da EFT como um apagador da “afirmação competidora” (crença negativa) que aparece logo após que uma afirmação positiva é feita. Muitos problemas emocionais que a EFT trata são feitos de partes ou “aspectos” relacionados. A memória traumática de alguém de um acidente de automóvel, por exemplo, pode ser composta de (1) medo da aproximação dos faróis, (2) os gritos no carro e (3) a raiva dos motoristas. Até que todos estes aspectos sejam adequadamente tratados, alguma parte remanescente da memória traumática permanecerá. Uma das principais vantagens do EFT Course são todas as sessões ao vivo (mais ou menos 80) que estão contidas lá. O tratamento dos aspectos bem como a “arte da aplicação” é mostrado em grandes detalhes.
Temos muitos ouvintes interessados nesta lista que estão avaliando se devem ou não fazer um treinamento em EFT. Você é mais do que bem-vindo aqui, mas espero que entenda que o maior propósito desta lista é fornecer apoio para os praticantes de EFT já existentes. Em conformidade, eu tenho que escrever esta série do Palácio das Possibilidades assumindo que os leitores são familiarizados com a EFT. Caso contrário, estarei gastando muito tempo explicando o óbvio para a maioria dos membros da lista que estão usando a EFT diariamente. Obrigado pela compreensão.
Posted in Palácio das Possibilidades by Deise Viegas -
quinta-feira, 19. novembro 2009
Texto original em inglês: Gary Craig, Fundador da EFT
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www.emofree.com
Tradução: André Lima, Terapeuta Holístico – Praticante de EFT, Mestre Reiki e Terapeuta floral
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Comunidade no Orkut sobre EFT:
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Já faz um tempo que estou me “coçando” para escrever esta série. Pra mim, é uma aventura.
E que aventura mais emocionante poderia haver do que perseguir as nossas possibilidades? Que insight maior poderíamos ter (e nossos clientes) do que perceber que as paredes que parecem nos limitar são feitas de celofane? A maioria dos nossos “limites” são ficções mentais. Na verdade, algumas mudanças mentais nos separam de desfrutar verdadeiramente do Palácio das Possibilidades em que nós vivemos. Mas então, você já sabe disto, não sabe?
Esta série é um sonho meu. Foram muitos anos fazendo e estou convencido que, finalmente, eu tenho um público (você) que está pronto para ouvir e apto para utilizar. Eu me sinto como um artista que soube por anos o que queria pintar e agora está pronto para colocar o pincel na tela. Ele sabe o que quer dizer e sua tarefa final é retratar isto para os outros. A qualidade da sua pintura irá refletir o amor e compaixão que ele tem tanto para com o assunto quanto para com seus espectadores.
Isto é como será para mim escrever esta série. A única diferença é que o meu pincel é um teclado e as cores e nuances serão palavras e metáforas. Que emoção. Não posso esperar para ver o que vou escrever.
Eu vou compartilhar minha experiência de muitos anos no campo do potencial humano (desde 1953 – idade 13 anos) e vou oferecer idéias e insights sobre como expandir nossa vida pessoal e profissional. Fui abençoado com muitos professores talentosos ao longo dos anos. Esta é minha chance de reunir a sabedoria deles. Mais recentemente, alguns de vocês tem sido meus professores. Vocês poderão ver o reflexo de vocês aqui, enquanto a série se desdobra.
A EFT é pra mim uma das muitas ferramentas que acumulei. Tem sido primordial na minha busca recente e se integrou com tudo que desenvolvi no passado. Vocês verão isto. Maneiras inovadoras de integrar a EFT com muitas ferramentas cognitivas estabelecidas irão emergir nesta série. Pelo que eu saiba, isto é pioneiro. Se autores anteriores de livros do tipo “você é o que você pensa” tivessem sido privilegiados em ter a EFT a sua disposição, eles teriam reescrito totalmente suas mensagens. Esta série servirá a este propósito. Será uma grande releitura de livros clássicos neste assunto.
Acho que este “livro” será emocionante e irá levar o campo da psicoterapia para outro nível. Até agora, muitos psicoterapeutas limitaram suas funções a levantar as pessoas do fundo do poço emocional. Este é um serviço vital, é claro, mas esta muuuuito aquém do seu verdadeiro potencial. Uma vez fora do fundo do poço, os clientes estão livres para vagar pelos seus Palácios das Possibilidades individuais. Isto, infelizmente, é o momento onde terapeuta e cliente tendem a se separar. Isto é onde a terapia acaba e o Treinamento para Performance Pessoal começa. Nossos clientes têm um potencial incrível e quem está mais qualificado para escoltá-los pelo Palácio das Possibilidades do que você? Porque parar quando os problemas do fundo do poço do cliente foram curados? Por que deixá-los soltos quando você pode ser um conselheiro de longo prazo e ajudá-los a expandir a abundância financeira, enriquecer relacionamentos e ir atrás das possibilidades?
E você agora o que? Enquanto você ensina seus clientes sobre o Palácio das Possibilidades deles, você estará ensinando a você mesmo o seu. Esta é uma função natural do processo de ensino e servirá para lançá-lo além dos seus limites. No processo você irá, é claro, correr o risco de ser o exemplo brilhante do que você está ensinando. Não há nada mais emocionante do que transformar suas possibilidades em suas realidades pessoais.
Minha meta é desenvolver um procedimento que todos nós podemos usar. Enquanto estas idéias serão úteis para você e para mim, minha maior meta é fazer com que elas “Toquem o Mundo” e afetem a vida dos nossos clientes. Através de você, espero que elas tragam um outro nível de cura e alegria para o mundo que precisa disto tão claramente.
Isto foi a introdução. Os próximos dois blocos, Partes 2 e 3, irão nos ajudar a construir os fundamentos. Depois disto iremos mergulhar diretamente no “como fazer”.
Com amor, Gary
P.S. Por favor escrevam e-mails com suas impressões e perguntas enquanto a série se desenvolve. Adoraria ter o retorno de vocês…
Posted in Palácio das Possibilidades by Deise Viegas -